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segunda-feira, 13 de abril de 2015

JORGE E CAROLINA - Uma linda história de amor!


"JORGE E CAROLINA - Uma linda história de amor!" - Meu novo livro, pronto para ir ao prelo. - Editora IMEPH, ilustrações de Eduardo Azevedo e colorização de Andre de Lucena. - Um trabalho adaptado da obra A VIUVINHA, de José de Alencar.
Vejam a introdução:

Eu vou contar uma história
Que a ninguém causa enfado.
No Rio de Janeiro antigo
Seu enredo é situado
E o tempo histórico da trama
É o Segundo Reinado.
(...)

O amor quando é sincero
Sobrevive a qualquer drama.
É como um fogo que arde
No coração de quem ama
Que nem a morte consegue
Apagar a sua chama!

Próximo da Praia da Glória
Na quebrada da colina
Do morro Santa Teresa
Numa casa pequenina
Morava Dona Maria
Com a filha Carolina.

A moça com quinze anos,
Igual um botão de flor
Desabrochando pra vida
Virgem, cheia de dulçor,
Com Jorge, seu namorado,
Vivia um sonho de amor. (...)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O HEROÍSMO DE RAMA

Livro de ROUXINOL DO RINARÉ em parceria com EVARISTO GERALDO (Editora Aquariana), com apresentação de MARCO HAURÉLIO - Um trabalho de "fôlego" (recontando o RAMAYANA em 200 estrofes) - A seguir VEJAM A INTRODUÇÃO E ALGUMAS CENAS ALEATÓRIAS:
Certa vez cantei um mantra,
Conforme a mística indiana,
Meu espírito mergulhou
Num estado de nirvana
E assim narrei essa história
Do antigo Ramayana.
(...)
Uma história com perigos
Que desafiam valentes:
Batalhas mágicas, demônios,
Macacos inteligentes,
Gigantes, suspense e lutas,
Com cenas surpreendentes!
(...)
Saíram das terras baixas
Seguindo pelas entranhas
Da floresta onde enfrentaram
As criaturas estranhas,
Foram ao reino de Janaka,
Em Mitíla, nas montanhas.
(...)
Logo avistaram Mitíla
E as torres de seus castelos.
O sol banhava a cidade
Com seus raios amarelos,
Mostrando aos olhos de todos
Um dos cenários mais belos!
(...)
DURANTE O EXÍLIO (A DESCRIÇÃO DA MONTANHA CHITRAKUTA):
Marchando três dias viram
O sol banhar, de fulgores,
A gigantesca montanha
Engrinaldada de flores
Azuis, vermelhas, douradas,
Brancas, de todas as cores.

As flores cobriam o chão
Recendendo essências puras;
As árvores formavam arcos
Com seus galhos, das alturas,
Inclinados quase ao chão
Com suas frutas maduras!

Havia rios, lagoas,
Formando belas paisagens;
Patos, garças entre lótus,
Cervos pastando nas margens,
Os recém-chegados viam
Como se fossem miragens!

Pássaros canoros enchiam
Suas matas de alegria;
De um alcantil enorme
Um rio claro descia...
Com um belo jardim dos deuses
Chitrakuta parecia!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

As Férias de Terezinha



(Livro infantil de Rouxinol do Rinaré)



A viagem de Terezinha para a casa de sua avó, Dona Sancha, é um passeio por várias cirandas e brincadeiras populares. Com belíssimas ilustrações de Rafael Limaverde, o livro é todo escrito em quadras, com rima e métrica, o que nos permite contar e cantar a história.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

O SUSTO DO RATINHO INOCENTE


Ilustrações: Rafael Limaverde - Ed. SEDUC, 2012.


O SUSTO DO RATINHO INOCENTE, de Rouxinol do Rinaré - livro contemplado no Prêmio PAIC, PROSA E POESIA - será distribuído para todos os municípios do Ceará no Programa Alfabetização na Idade Certa - PAIC, da Secretaria de Educação do Estado. A obra se destina aos alunos do PAIC+5 (de 9 e 10 anos).

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

REINOS DO CORDEL



Livro de Rouxinol do Rinaré para a coleção REINOS DO CORDEL - Editora Armazém da Cultura. Trabalho lançado na última Bienal do Livro do Ceará traz ilustrações de Arlene Holanda (que também é coordenadora da Coleção).
A coleção foi lançada com 5 títulos inicialmente - além de Rouxinol, poetas como Arievaldo Viana, Marco Haurélio, Evaristo Geraldo e José Walter também assinam título na Coleção.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

LANÇAMENTO "ABC DO CEARÁ"

"ABC DO CEARÁ" (de Rouxinol do Rinaré)
NA X BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO CEARÁ



Capa e Ilustrações: KAZANE - Ed. IMEPH

Livro ricamente ilustrado que enaltece mais de 60 personalidades ilustres do Ceará (que são, além de cearenses, grandes brasileiros). Em setilhas de cordel, em forma de ABC, o autor também cita os 184 municípios do Estado, dando destaque para algumas cidades, lugares e monumentos históricos. 

LANÇAMENTO - Dia 13 (Terça) das 10h às18h – Auditório Moacir Jurema (Escritor Antonio Sales), Térreo - O EVENTO SERÁ ANIMADO PELO MÚSICO ADELSON VIANA.

VEJA MATÉRIA 
NO DIÁRIO DO NORDESTE - CADERNO 3: 
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1202508

quinta-feira, 5 de julho de 2012

FOLCLORE BRASILEIRO


Folclore brasileiro - Conhecimento Editora

Em simples definição
Folclore é "saber do povo"
Não é um costume novo
É antiga tradição
Reza a Constituição
Em prol do povo festeiro
Que pelo Brasil inteiro
Aos vinte e dois de agosto
Se comemore com gosto
O Folclore brasileiro!

Livro de Rouxinol do Rinaré, com ilustrações de Anilton Freires - publicado pela Conhecimento Editora - em breve terá nova edição com tradução para o espanhol.

sábado, 23 de junho de 2012

O CAPITÃO DE LADRÕES


Ilustrações: Eduardo Azevedo - Editora Nova Alexandria

O Guarda-Florestas e o Capitão de Ladrões 


Rouxinol do Rinaré integra a geração de cordelistas surgida na última década do século passado, responsável pelo ressurgimento do gênero romance na poesia popular. Por romance, os autores de cordel definem as narrativas de fôlego, inspiradas na tradição oral ou criadas pelos artesãos do verso. Alguns cordéis desse gênero têm 16 páginas, a exemplo dos clássicos Romance da princesa do Reino do Mar Sem Fim, de Severino Borges, e Romance de João Cambadinho e a princesa do Reino de Mira-Mar, de Inácio Carioca. Desde Silvino Pirauá de Lima (1848-1913), o popularizador da tradição dos romances autorais no cordel, passando por Leandro Gomes de Barros (1865-1918), o grande sistematizador e responsável pelo início da editoração profissional, o romance tornou-se o gênero nobre dentre os poetas do povo.

O Guarda-Florestas e o Capitão de Ladrões, publicado originalmente em folheto pela Tupynanquim Editora, em 2006, é uma homenagem que Rouxinol presta aos mestres do cordel, em especial ao pernambucano Delarme Monteiro da Silva (1918-1994), sua principal referência. A história é uma versão poética do conto homônimo lido em uma coletânea chamada Pérolas esparsas, sem indicação de autoria, ainda na infância, passada na zona rural de Quixadá, sertão cearense. O enredo gira em torno da atuação de Frede, um Guarda-Florestas implacável no cumprimento de seu dever, conforme lemos nesta estrofe:

Num certo reino da Prússia,
Há muito tempo passado,
Residia um cidadão
Num bosque bem afastado,
Tendo a missão de guardar
As florestas do reinado.

Seu principal inimigo  é o Capitão de Ladrões, a quem persegue obstinadamente:

O Capitão de Ladrões,
Como era conhecido,
Atacava com as sombras,
Passava o dia escondido.
Tornou-se questão de honra
Capturar o bandido.

Há ainda outros personagens, como Hilda, esposa de Frede, que desempenhará um papel fundamental nos momentos de maior tensão do romance. À maneira de muitos contos populares, encontramos, nesta obra, o drama da queda — simbolizado pela atitude do ladrão — e da redenção, quando este, enfim, resolve dar um novo sentido à sua existência. No cordel, há similares na História de Roberto do Diabo, de Leandro Gomes de Barros, e em Dimas, o Bom Ladrão, cuja autoria é atribuída a Francisco das Chagas Batista. Rouxinol do Rinaré, portanto, revisita a tradição dos grandes autores, sem perder a originalidade característica de seus versos, que estão entre os melhores de quanto já se publicou na literatura de cordel do Brasil.

Marco Haurélio - poeta e pesquisador

quarta-feira, 20 de junho de 2012

CORDEL: CRIAR, RIMAR E LETRAR

coautoria e capa Arlene Holanda


Editora IMEPH, 96 páginas — coautoria: Rouxinol do Rinaré e Arlene Holanda.

Esse livro aborda a produção em cordel integralmente, do processo criativo ao feitio de um folheto. Reconstitui os caminhos desse gênero literário, desde a Península Ibérica ao sertão nordestino. São apresentadas técnicas de rima e métrica para construção de estrofes, dicas para produção de textos em cordel e edição de folheto tipo fanzine. Traz ainda sete textos em cordel com orientações para exploração em sala de aula.
Cordel: Criar, rimar e letrar já foi adotado por vários municípios do Ceará e Pernambuco, como livro auxiliar para o professor trabalhar literatura de cordel em sala de aula.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O PREÇO DA LIBERDADE



Romance juvenil em cordel, Rouxinol do Rinaré - Editora IMEPH


O livro já sai como uma tiragem de 10 mil (dez mil) exemplares (7 mil vendidos para municípios do Ceará e Pernambuco, pelo projeto Nas Ondas da Leitura - Editora IMEPH). 
As ilustrações são do artísta KAZANE.

VEJAM A APRESENTAÇÃO DE MARCO HAURÉLIO:

A publicação de O preço da liberdade, originalmente lançado em folheto com o título A história dum filho errante e as preces de uma mãe, faz justiça a um dos maiores valores do cordel contemporâneo, Rouxinol do Rinaré. A história de queda e redenção narrada por Rouxinol e dirigida ao público juvenil alerta sobre o perigo que ronda aqueles que, em busca da liberdade, acabam se submetendo ao vício e à degradação.
Alberto Felício, o protagonista, é um jovem que vive num lar modesto, mas sem preocupações, sob a proteção de pais amorosos. De uma hora para outra, sem entender os valores dos pais, Alberto sucumbe ao alcoolismo e, tomado por estranho impulso, decide abandonar o lar em direção ao estrangeiro. Lá, gasta o que resta de suas economias de forma dissoluta e termina na mendicância. Um sonho premonitório, no entanto, o faz repensar a maneira como vivera até então.
O drama de Alberto parece ter como ancestral a lenda de Roberto do Diabo, personagem do folclore europeu que forneceu matéria para um romance de cordel atribuído a Leandro Gomes de Barros. Há, porém, uma sutil diferença: na tenebrosa lenda Roberto concebido a partir de um pedido blasfemo de sua mãe, comete todos os excessos possíveis, como pilhagens, roubos e assassinatos sem conta. Alberto, por outro lado, mesmo imaginando fazer mal apenas a si mesmo, acaba com a tranquilidade dos pais. Unem os dois personagens, no entanto, a busca de redenção e a purificação por meio da fé. Há, ainda, uma notável similaridade com a parábola do filho pródigo, uma das mais belas do Evangelho de São Lucas.
O preço da liberdade é, por tudo o que foi exposto, um romance de exemplo, sem se pretender moralizante. E um dos melhores textos de Antônio Carlos da Silva, que, sob o nome de guerra Rouxinol do Rinaré, escreve mais um belo capítulo na história da literatura de cordel.

Marco Haurélio
Cordelista e pesquisador da
Cultura Popular Brasileira


Dramatização de O preço da Liberdade


Jovens atores em cena - palco do teatro Pedro II


Alunos das escolas públicas de Viçosa do Ceará dramatizaram o livro O preço da Liberdade, de Rouxinol do Rinaré. A peça teatral é um resultado das ações do Projeto Nas Ondas da Leitura (Editora IMEPH), onde o livro está inserido.
A exibição da peça aconteceu no dia 26 de maio de 2012, em duas sessões, no teatro Pedro II, na referida cidade. 
Outra cena de O preço da Liberdade - palco do teatro Pedro II

Na plateia o autor Rouxinol do Rinaré na 1ª fila (de blusa listrada)


quarta-feira, 9 de maio de 2012

ABC DO CEARÁ


Rouxinol do Rinaré, ABC do Ceará, Editora IMEPH, 2012

ABC DO CEARÁ - CEARENSES ILUSTRES DE RENOME NACIONAL
Publicado pela Editora IMEPH, com ilustrações de KAZANE, o livro traz, em 124 páginas (capa de luxo, com verniz brilhoso e texturizado), um ABC gigante enaltecendo mais de 60 personagens cearenses. Fala ainda de patrimônios e cidades do Ceará. Ao final tem “retratos” e uma pequena biografia (em prosa) de cada personagem.
O livro saiu com uma tiragem inicial de 12 mil exemplares.

Seu primeiro lançamento ocorreu dia 12 de abril de 2012, em Maranguape, na Praça Capistrano de Abreu, às 19h - no evento em homenagem ao Chico Anysio (um dos personagens deste ABC).

Trecho da apresentação por Arievaldo Viana:

“Neste ABC do Ceará, magistralmente ilustrado por Kazane, Rouxinol vai além da simples descrição de vultos e cidades de nosso Estado. Ele consegue apreender o verdadeiro espírito cearense e traduzi-lo em setilhas magistrais homenageando de Alberto Nepomuceno a Messias Holanda; de Delmiro Gouveia a Edson Queiróz; de Padre Cícero a Cego Aderaldo... E por aí segue o desfile de uma plêiade de figuras que representam o supra-sumo da raça cabeça-chata.”